[RP fechada +18] Love, Forest and Sex

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[RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Freya Stormborn em Dom Fev 04, 2018 9:13 pm



Love, Forest and Sex
Participantes: @Freya Stormborn e @Astaroth Moonlight
Descrição: Freya e Astaroth estão a um tempo interessados romântica e sexualmente um no outro, ainda que hesitantes em admitir. Mas uma hora o desejo explode.

Aviso: Esta RP contem sexo, linguajar pesado e é marcada pela presença de fetiches, não sendo recomendada leitura para menores de idade.
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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Freya Stormborn em Dom Fev 04, 2018 9:52 pm

The Hight Priestess of Night
Bissexual | Prole de Hécate | Sacerdotisa de Nyx
Astaroth e eu estávamos com um tipo de relação complicada, onde eramos próximos e distantes ao mesmo tempo. Havíamos ficado distantes por um tempo em decorrência a uma briga por estarmos ficando com outras pessoas, mas então o Cavaleiro havia me mandado uma mensagem pedindo para que o encontrasse na floresta. Usava um vestido negro relativamente simples até a metade das minhas coxas, sapatilhas negras baixas com delicadas tiras de seda enrolada em meu tornozelo e da mesma cor. Nos olhos, uma maquiagem que visasse destacar mais eles e nos lábios carnudos um gloss brilhante de um rosa claro.

Sozinha, me encaminhei para o interior da floresta e procurei a arvore que ele havia dito, com as raízes altas e uma especie de caverna entre algumas delas onde poderíamos ficar a sós sem sermos interrompidos por outros meio-deuses. Quando cheguei, sentei-me em uma das raízes para esperar o rapaz. Não demorou muito para que o jovem chegasse e me levantei, sorrindo. Me encaminhei até ele e fiquei na ponta dos pés, beijando-o no canto da boca. O perfume dele era maravilhoso, porém não conseguia superar o cheiro natural de sua pele. A textura de sua pele quando o beijei no rosto era reconfortante e queria encher ele de beijos e caricias, porém me controlei.

É ótimo lhe ver, Asta. — Proferi, alegre e olhei-o com atenção. Os músculos visíveis por baixo da roupa, a jaqueta preta que dava uma aparência de bad boy incrível para ele. Ele tocou minha cintura e devolveu o beijo no rosto, cheirando meu cabelo sem a menor cerimônia.

(...)

Quando me dei por mim, estávamos nós dois completamente nus em meio as raízes da arvore, na pseudo-gruta criada por elas. Eu havia permitido que ele tirasse minha roupa e tocasse meu corpo nu antes de eu tirar a roupa dele. Admito que quando tirei a cueca dele com a boca e beijei o membro viril dele me senti bem, até. O semideus havia suspirado de prazer e surpresa, tentando me segurar e fazer chupar-lhe, entretanto já havia me levantado de modo a esfregar os seios fartos em seu corpo, levando os lábios até o ouvido dele e sussurrando baixo.

Não seja muito ansioso, meu amor.

Havíamos nos acomodado na gruta após isso, com os corpos tão próximos que eu praticamente sentia o calor e desejo do corpo dele atingindo o meu em ondas. Com o braço esquerdo passado por baixo da minha cintura, ele me puxou para perto dele para um beijo lento que provávamos a boca um do outro. Sua mão direita acariciava meu seio do mesmo lado, apertando-o e puxando um pouco. Seu toque lançava choques elétricos deliciosos por toda minha pele, me deixando arrepiada. A mão direita instintivamente pegou o pau dele, começando a masturbar ele enquanto a mão esquerda encontrou a minha buceta lisinha e rosada e comecei a acariciar meu clitóris, estimulando-o.

Quando os lábios se afastaram, eu sorri para ele e separei um pouco as pernas e dobrei a esquerda para facilitar o acesso a minha bucetinha, além de permitir que ele me visse acariciando minha intimidade enquanto masturbava-o. Havia ouvido de alguém que era excitante para homens verem mulheres se tocando para eles e supus que fazer aquilo enquanto batia uma punheta para ele fosse ainda mais excitante para o cavaleiro.

Considerando que o pau dele começou a ficar duro em minha mão e crescer, julguei que minha tática estava funcionando e comecei a aumenta devagar a velocidade que o masturbava. Meus lábios novamente procuraram os de meu parceiro para um beijo de língua. Queria provar mais e melhor o sabor da boca do rapaz.




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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Astaroth Moonlight em Dom Fev 04, 2018 10:43 pm

The Hight Priestess of Night
Bissexual | Prole de Hécate | Cavalheiro de Érebos


O que eu poderia dizer sobre minha relação com Freya? Tudo havia começado com um simples momento, no instante em que nossos olhos se encontraram....Simplesmente tudo mudou, a garota com quem eu estava há anos não parecia tão atraente quanto antes e nem os prazeres que eu sentia com ela era tão bom quanto antes, era como se tudo que envolvesse outras mulheres perdesse completamente o brilho.  E enquanto eu estava com ela, era completamente diferente, cada sorriso, cada pequeno toque, até mesmo o olhar...  Tudo que ela fazia era o suficiente para levar ondas de prazer, ansiedade e expectativa.



Mas também havia uma coisa que me enlouquecia o fato dela ter outros homens, o fato de eu não ser aquele que a tocava a noite, não ser o homem que lhe dava prazer.... Isso simplesmente me enlouquecia. Não podia suportar a ideia disso e graças a isso brigamos e nos afastamos.  Mas eu não queria mais ficar longe dela, cada momento que eu ficasse mais longe dela, de seus olhares, de seus sorriso, era simplesmente uma tortura cruel para mim.

Por isso, no momento que a vi a minha frente não hesitei em a puxar para meus braços e a beijar na bochecha, sentindo aquele aroma intoxicante que me fazia enlouquecer de alegria, sim, ela estava novamente perto de mim.


Realmente é ótimo te ver.

(...)


Não sabia exatamente como aconteceu, mas em algum momento eu e Freya estávamos dentro da gruta retirando completamente a roupa, como se o fato de haver algum tecido separando nossos corpos era uma abominação em si, fazendo com que retirássemos nossas roupas rapidamente.  E assim que a via ajoelhava a minha frente, beijando meu membro com aquela boca pequena e macia, quase que imediatamente tentei segurar aqueles cabelos negros e a fazer engolir completamente ele, mas ela havia escapado.

Não seja muito ansioso, meu amor.

Ouvindo aquelas palavras tentava me controlar enquanto deitava-me ao lado dela, o calor do corpo dela me fazendo apreciar ainda mais aquele momento enquanto me arrepiava com a proximidade dela. Minha mão direita acariciava o seio farto  e macio dela enquanto a olhava brincando com a sua buceta enquanto me masturbava, fazendo com que meu pau pulsasse de prazer enquanto gemidos escapavam de meus lábios enquanto minha língua explorava a dela em um beijo intenso e apaixonado.

Depois de um tempo daquele ato tão delicioso de prazer não aguentava mais o prazer e sem lhe dizer nada, simplesmente a colocava no chão e ficava por cima dela, gozando em cima da buceta dela enquanto gemia de prazer, me excitando em ver aquele líquido branco escorrendo pela bucetinha rosada da semideusa.






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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Freya Stormborn em Dom Fev 04, 2018 11:38 pm

The Hight Priestess of Night
Bissexual | Prole de Hécate | Sacerdotisa de Nyx
Ao sentir o leite dele caindo em cima da minha buceta desprotegida, segurei a nuca dele e o puxei em minha direção ao mesmo tempo que me içava para frente, beijando-o na boca com paixão e desejo. Meus braços envolveram seus ombros e pescoço, unindo nossos corpos e usei a proximidade e momento para inverter as posições e fazer o rapaz se sentar no chão comigo em seu colo. Afastei nossos lábios e peguei suas mãos, enquanto beijava o queixo e a linha de seu maxilar, avançando para o pescoço enquanto guiava as mãos dele para minha cintura. Comecei a roçar minha buceta em seu pau, com o liquido espesso escorrendo por minha pele e caindo um pouco na pele dele. Minhas mãos acariciavam os braços e ombros musculosos dele, com os dedos fazendo o contorno dos músculos dele. O corpo dele era uma tentação para mim, uma provação a cada segundo.

Estava, sim, torturando-o com nossos corpos tão próximos e nossas intimidades se esfregando sem ele poder entrar dentro de mim. Por que? Queria garantir que quando nós nos tornássemos um fosse inesquecível para Astaroth. Queria que quando ele se deitasse com aquela vadia que ousava tocar no que devia ser meu e só meu, a lembrança de ter estado dentro de mim viesse a sua mente e ele notasse que o prazer e intimidade que nós tínhamos jamais poderia ser alcançado por ninguém mais. Olhando-o nos olhos enquanto o provocava, vi o desejo incontrolável dele e a vontade de estar dentro de mim superava qualquer outra coisa que pudesse existir. Nada era mais importante, ele não queria nenhuma outra coisa além de a mim e ao meu corpo.

Havia notado, durante nossas conversas e interações anteriores, o quanto o semideus estava interessado em mim e o quanto me queria. As horas que tínhamos gasto um com o outro, o prazer da companhia um do outro, a atenção e o desejo de agradar. Era como se eu desejasse me tornar tudo e qualquer coisa que ele precisasse que eu fosse e, talvez por minha empatia ou por alguma outra força que eu desconhecia, sabia que o rapaz faria o mesmo por mim. Hinata, a pedra em meu sapato, era apenas um empecilho para ele compreender o óbvio - nós havíamos nascido um para o outro. E, quando ele estava perto do próprio limite, eu realizei seu maior desejo: estar dentro da minha buceta apertada.

De uma hora para outra, eu separei nossas intimidades e antes que ele pudesse reclamar ou assimilar bem o movimento, sentei-me em seu pau de modo a forçar a penetração. O gemido alto de dor e prazer escapou de meus lábios enquanto meu mel escorria pelas pernas e pau dele evidenciando o orgasmo, porque, sim, o esfrega-esfrega havia estimulado meu clitóris e me deixado ainda mais excitada. Ter o alvo do meu desejo e afeto a primeira vez dentro de mim havia sido simplesmente demais para permitir que eu segurasse. Não tão consciente, minha mão direita foi até a face de Astaroth e o acariciou, comigo cavalgando e rebolando no mastro dele com vontade e desejo crescentes. Quando mais provava dele, mais queria provar os prazeres de seu corpo. Quanto mais apertava ele dentro de mim, mais queria apertar-lhe e mais queria que ele fosse fundo dentro de mim. A única razão de minha existencia naquele instante era ser a vadia dele e acho que minha expressão deixava bem claro aquilo. Os olhos, embaçados, viam apenas o semideus a minha frente e a única coisa que eu conseguia notar era o quadril dele subindo e descendo para mim.

Em desespero, meus lábios procuraram os dele para um beijo cheio de luxuria e paixão. Havia sido dominada pelos desejos de meu corpo. Os fartos seios balançavam a cada subida e descida de meu corpo naquele paraíso. Era óbvio para qualquer pessoa, especialmente para o meu amando, o quanto necessitava daquilo. As línguas dançavam nas bocas e eu chupei a língua dele. Vários selinhos se sucederam ao beijo e nossas línguas, com as salivas misturadas, fora da boca se provocando e dançando juntas era algo definitivamente sensual para mim. Envolvi os ombros fortes dele com os braços, para que ele sentisse meus seios movendo-se contra o peito dele quando sussurrei em seu ouvido.

Seu pau é muito melhor do que eu imaginava quando me tocava para você... Se soubesse o quão gostoso era, teria me entregado muito antes para você e, com certeza, dançaria nele para sempre que você desejasse.

E ainda sim não havia expressado o quanto estava gostando e o quanto desejava o corpo todo dele. Mas acho que ele sentia o mesmo que eu e era capaz de entender aquela necessidade indescritível. Mas, mesmo que eu não me aprofundasse mais na declaração. Com um gemido alto de prazer, joguei os cabelos escuros para trás, claramente necessitada. Necessitada de Astaroth e de tudo que ele era, viria a ser e já fora. Necessitada de seus prazeres ontem, hoje, amanhã e por e em toda a eternidade.

Apoiei a mão esquerda no tronco atrás de Astaroth e a mão destra em uma raíz próxima, para me dar equilibrio e apoio nas estocadas ainda mais intensas. Sentia as calejadas e fortes mãos do semideus em minha cintura, me dando apoio extra e comecei a rebolar nele como se eu rodasse e dançasse em um poli dance versão gigante. Se os seios já se moviam com violência antes, agora provavelmente nem dava para ver direito os dois. Com a cabeça ainda jogada para trás, os cabelos voavam também e se moviam com os movimentos. Minha mente estava tão nublada que duvidava ser capaz de pensar racionalmente naquele momento. Estava tão tomada por nossas necessidades conjuntas... Além do desejo de satisfazer as necessidades mortais de nossos corpos, uma outra vontade nascia em meu coração: receber tanto do leite quente e espesso dele que escorreria de minha buceta e cu enquanto andava.

Uma parcela de mim se surpreendeu com aquilo. Apesar de ter tido outros parceiros, Astaroth era o primeiro que eu queria na minha bunda e o primeiro que a provaria. Ela poderia esfolar todo o meu cu e eu não iria me importar. E mesmo depois de deixar ele em um estado que eu não conseguiria sentar ou andar direito por dias, se ele pedisse de novo para comer meu cu, eu permitiria sem reclamar que ele se deliciasse. Ficaria novamente sem andar com prazer e deixaria ele me comer mesmo desmaiada de tamanha exaustão.

Agora que nós eramos um, eu não queria nunca mais me separar do legado de Belona. Nunca.



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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Astaroth Moonlight em Dom Fev 11, 2018 1:26 pm

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No momento em que ela envolvia sua mão macia em sua nuca e o puxava em sua direção,  Astaroth sabia que iria amar cada momento daquela noite enquanto seus lábios se colavam aos dela em um beijo intenso e cheio de desejo, sua língua buscando a dela em uma dança intensa e sensual que mostrava o quanto o rapaz desejava aquela morena e como ele faria de tudo para a possuir.   A sensação dos lábios dela deslizando pelo seu queixo e pescoço fazia com que gemidos baixos escapassem dos lábios do semideus enquanto finalmente sentia  a buceta dela roçando em seu pau em uma provocação e brincadeira que ele conhecia bem e no momento em que sentia sua porra ainda quente escorrendo da pele dela e caindo sobre sua pele não podia deixar de ficar ainda mais excitado com aquela provocação,  movendo o quadril para que seu pau se esfregasse ainda mais contra aquela buceta quente e macia da jovem morena.

Sentindo seus corpos tão próximos enquanto ela esfregava aquela buceta molhada em seu pau era simplesmente torturante. Não queria assustar a mulher e por isso não queria simplesmente a pegar e meter com força dentro dela, ignorando sua vontade enquanto se entregava ao prazer, enfiando tão profundamente dentro dela como sabia, que nenhum outro homem era capaz.  Mas mesmo com tal desejo em seu mais profundo ser, o homem resistia  tentação, resistia a vontade de mostrar seu lado mais bruto a mulher a sua frente enquanto sentia suas intimidades se esfregando e fazendo com que ele sentisse um prazer diferente do que qualquer outra mulher com quem já havia se deitado pudesse lhe dar, mesmo durante o ato sexual em si.

E então enquanto estava desfrutando da sensação e do prazer que sentia com seu pau sendo esfregado naquele paraíso quente e macio, sem nenhum aviso simplesmente sentia seu pau deslizando dentro dela e sem poder sequer pronunciar uma palavra que fosse, simplesmente soltava algo mais próximo de um rugido de prazer do que um gemido.    O semideus não podia acreditar que depois de tanto tempo, com ela sempre o negando está dentro dela, finalmente seu maior sonho e desejo havia sido realizado e seu pau estava dentro dela.


Com a sensação de seus lábios colados assim como seus corpos enquanto se beijavam com intensidade e um desejo desesperado não poderia deixar de fazer com que  Astaroth se surpreendesse com quão diferente era a sensação e o prazer que sentia com Freya em comparação ao que Hinata lhe dava, na verdade, Hinata mais parecia sentir medo e dor do que prazer com esses atos e apesar do semideus tentar fazer parecer que não ligava, feria seu orgulho  e aumentava sua culpa, saber que sua companheira não sentia um pingo de prazer por estar com ele.

Com esses pensamentos em mente o semideus beijava a Sacerdotisa com intensidade e paixão enquanto suas mãos passeavam por todo o corpo da loira, brincando e acariciando cada pedacinho de sua pele  ao mesmo tempo em que a sensação da bucetinha molhada dela se esfregando em seu pau e o melando todo o fazia ficar ainda mais excitado e mover o quadril como se quisesse arrombar o interior dela completamente, sem deixar sequer uma parte do corpo dela que não fosse atingida pela cabeça de seu pau.

No momento que ela descia com força em seu pau um gemido extremamente alto escapando dos lábios dele ao meter tudo com força dentro dela, a arrombando sem dó e adorando ver os seios dela se movendo para cima e para baixo com o mesmo ritmo em que seus quadris se moviam. .

 E então, sem aparentemente nenhum motivo,  Asta tampava a boca dela com um pano e mudava as posições, deitando-a no chão antes de pegar o pescoço dela com as mãos e a sufocar levemente.  Os  olhos dele brilhando com um desejo e uma ânsia quase monstruosa enquanto enfiava sem dó seu pau fundo dentro dela, cada estocada fodendo o útero dela sem dó enquanto ele gemia e urrava como um animal no cio, adorando a sensação de a dominar e a foder sem piedade enquanto a olhava com desejo brutal e um toque de carinho, mas que  não era muito presente no ato enquanto ele a fodia sem piedade.















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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

Mensagem por Freya Stormborn em Qui Fev 15, 2018 4:28 pm

The Hight Priestess of Night
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Era inegável o fato que nós dois havíamos ansiado aquilo e estávamos adorando a ideia de sermos apenas um desde que nossa provocação sexual havia começado. Durante todo aquele tempo, eu podia ver como a cada segundo ele queria devorar cada parte do meu corpo, provar cada centímetro e me fazer de sua mulher. Pelo que eu havia captado - em pensamentos, palavras e fofocas de outros semideuses -, ele tinha um pequeno problema por ser muito bruto na cama e as garotas não costumavam gostar tanto daquilo, mas agora, deitada no chão da floresta com ele por cima de mim, eu não conseguia entender bem qual era o problema naquilo.

Se era doloroso ser comida assim? Com certeza e, veja, a cada estocada que ele dava minha buceta era esfolada pelo mastro dele e as costas, que esfregavam-se no chão, encontravam pequenas pedras, galhos e raízes que feriam-a. Primeiro, os machucados vinham pouco e devagar e depois tornavam-se maiores e ocorriam mais rápido conforme o semideus se empolgava em me possuir. Mesmo a dor tinha um pouco de doçura, se eu pensasse bem, pois ele estava tão desesperado em me possuir e provar enquanto eu queria dar a ele que era difícil imaginar uma situação que ele não fizesse qualquer coisa que eu pedisse para tornar a entrar em mim depois. Especialmente após o que eu iria oferecer a ele...

Se os "sussurros" que capitara fossem verdade, eu seria a primeira que se deixaria preencher com sua semente e, acima de tudo, a primeira disposta a recebe-lo na porta de trás. A novidade iria introduzir um efeito favorável a mim, tinha certeza, e mais do que isso: por que ele permaneceria com as outras quando alguém estava disposta a realizar todas as fantasias dele? Por que permaneceria tendo outras amantes quando alguém estava disposta a se tornar um com ele deitada no chão da floresta? Por que permanecer com pessoas que davam apenas parte de si? Não havia o menor sentido. Eu iria dar a ele mais do que todas juntas e iria além disso. Não seriamos apenas parceiros na cama. Eu seria amiga, confidente, companheira de armas, vadia particular e tudo mais que o meu querido precisasse. Nosso elo seria tão próximo e intimo que um seria tudo o que o outro precisasse.

Então minhas coxas aproximaram-se de sua cintura, roçando nele e deixando que sentisse a firmeza e, ao mesmo tempo, a maciez das mesmas, que ajudavam a guardar o paraíso que ele havia acabado de descobrir dentro de mim. E foi quando ergui os pés mais um pouco, abrindo mais as pernas e facilitando a penetração profunda de meu belo amante. Queria que ele sentisse a cabeça de seu pau batendo contra meu útero enquanto massageava-o como se quisesse sugar todo seu quente e espeço leite para dentro de mim. Era como se minha vida dependesse da bondade dele em me preencher. Minhas mãos procuraram os braços musculosos do rapaz e o arranhei com as unhas cortadas e lixadas cuidadosamente para se assemelharem com unhas de gato. Queria deixar claro que ele agora era meu e treparia comigo e só comigo. O passado - tanto meu quanto dele - devia ficar para trás, no espaço que cabiam as lembranças, quer sejam boas ou ruins.

Porém não era apenas marcação de território. Durante o tempo em que passei me esfregando nele, fazendo oral e permitindo que ele me desse banho de porra e até mesmo chupasse minha buceta, estava estudando o que ele gostava. Havia percebido que ser arranhado e receber alguns tapas deixava ele mais excitado e eu usaria esse pequeno detalhe ao meu favor. Se ele ficava excitado em me sufocar, como fazia agora, e com um sexo mais agressivo e violento, daria aquilo a ele. Mas mostraria a ele que eu podia sim ficar tão excitada com aquilo quanto ele e que nós dois poderíamos ter prazer com aquela forma de fazer sexo. Diziam que no amor e na guerra tudo era válido. Na guerra eu não poderia afirmar tão bem quanto meu amado, mas com certeza no amor e na cama era. Desde roubar informações até apelar para todas as formas de prazer conhecidas pelos homens - independente de o quão baixas elas poderiam ser ou o quão mal vistas fossem.

Como assim mal vistas? Concordemos que o sexo anal não é a coisa mais bem vista ou aceita no mundo. No entanto, ali estava eu disposta a ter meu pequeno cuzinho arrombado por ele. Trepar no chão da floresta normalmente também não era a coisa mais bem vista ou normal do mundo... E quando essa floresta continha monstros e as árvores poderiam ser mais vivas do que gostaríamos aquilo poderia ser realmente um problema. No entando minha parte sádica queria que houvessem dríades ou outras ninfas quaisquer por ali para ver. E eu torcia para que aquilo chegasse nos ouvidos de Hinata. Que a filha de Hefesto soubesse como o prazer que ele tinha comigo era melhor e como ele gritaria o meu nome quando gozasse na minha buceta.

Conforme ele penetrava em mim e aumentava mais e mais o ritmo selvagem que me fodia, permiti que ele visse a dor que sentia se misturando ao prazer. Porém, mais do que isso, uni nossas mentes e sensações com minhas habilidades de sangue para que ele sentisse o quanto eu amava aquilo e como eu estava adorando ser fodida com brutalidade. Pelo elo que eu criei, queria que Astaroth soubesse o quanto estava sendo bom para mim ser comida por ele, mesmo com toda sua brutalidade e que, sim, eu estava gostando daquela forma brutal de sexo. Agora ele sabia o quão excitante era para mim ser metida com tanta força e tão fundo que ele quase comia meu útero junto. O Cavaleiro sabia o quão ansiosa eu estava por ser tomada por ele e o quão feliz aquilo me deixava. Os gemidos, abafados pelo tecido na boca, não ocultavam o prazer ou a dor, mas não eram tão bons para fazer ele compreender aquele momento quanto o elo. Não eram suficientemente poderosos para passar uma pequena parcela do que eu sentia. Mas, sentindo o que eu sentia, meu amado logo entenderia.

O filho de Hécate entenderia que eu faria qualquer coisa para deixa-lo satisfeito e que eu possuía, sim, muitas fantasias que nunca havia conseguido fazer com nenhum outro, mas confiava que com ele seria possível. Queria que ele compartilhasse comigo suas fantasias e, se me permitisse tal honraria, realizaria cada uma delas sem o menor problema. Sexo anal? Dupla penetração? Sexo a três? Acordar sendo enrabada? Sim, bastava ele pedir que eu faria tudo aquilo. E meu lado ninfomaniaco gritava que eu ia amar cada uma daquelas coisas.

"Asta, quero te oferecer uma coisa... Você vai gostar bem mais do que apenas comer minha buceta gulosa e sedenta por ti." Proferi em sua mente, acariciando o peitoral e ombros musculosos do homem. Nyx sempre havia me dito que eu parecia um demônio de encruzilhada quando queria algo, pronta para barganhar e fazer promessas - as vezes vazias, outras vezes não. A divindade dizia que, desde que eu obtivesse o que eu queria, nunca pouparia meios e formas. Se eu parasse para pensar um pouco, a bela deusa da noite estava certa. Eu faia qualquer coisa que precisasse para ter o que eu queria e, as vezes, eu lembrava mesmo os seres que lhe viam como mãe. No presente momento eu era mais como uma súcubo, querendo desvirtuar ainda mais alguém e enredar o jovem em teias de luxúria e prazer.

Então eu permiti que ele se visse comendo meu cu apertado e o quanto aquela ideia me agradava. Ele sabia agora, também, que havia guardado meu cu especialmente para ele e que seria o primeiro a preencher ele com sua porra e o primeiro e único homem que entraria dentro dele. E poderia foder com força nele, para me deixar completamente arrombada e com o cu no formato de seu mastro delicioso. Deixei que Astaroth visse seu pau saindo de meu cu e o leite quente e espesso escorrendo de dentro do meu rabo. Queria que ele soubesse que eu aceitaria sim que ele me desse sua semente em meu interior e que não me incomodava com aquilo. Não deveríamos desperdiçar nunca o fruto de nossos prazeres carnais e se ele quisesse gozar em meu interior poderia o fazer sem medo do que eu faria ou diria. Se ele aceitasse o que eu tinha a oferecer, Astaroth seria meu único companheiro - algo que foi passado também pela ligação - e nunca mais teria que se preocupar com a possibilidade de não poder se satisfazer ou com a culpa.

"Você poderá fazer isso sempre que quiser, se eu não tiver mais que te dividir com ninguém."



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Re: [RP fechada +18] Love, Forest and Sex

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